KM BRASIL 2011 MOSTRA COMO TIRAR PROVEITO DAS REDES E DAS MÍDIAS SOCIAIS

Assunto do momento, citado até por Dilma Rousseff na ONU, o tema mídias e redes sociais integra a programação de debates do 10º Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento (KM Brasil 2011). O evento, realizado pela Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento (SBGC), acontece nos dias 5, 6 e 7 de outubro, na cidade de São Paulo (SP). As inscrições ainda estão abertas, mas as vagas são limitadas.

Durante sua visita à ONU, a presidente Dilma Rousseff defendeu a importância do acesso à Internet e das plataformas de relacionamento para redes sociais, como forma de tornar as informações governamentais mais acessíveis e contar com a interação dos cidadãos para a construção coletiva de soluções. Nesse aspecto, as mídias sociais passam a ganhar atenção especial, por serem os canais mais rápidos pelos quais circulam as informações.

O avanço tecnológico vem impulsionando, cada vez mais, o compartilhamento de informações e gerando oportunidades para a gestão do conhecimento, principalmente com o uso da Internet, groupware, intranet, chats e, mais recentemente pelas redes sociais, via plataformas de relacionamento corporativas, nas quais os profissionais compartilham, solicitam, respondem gerando fluxo de conhecimento.

O tema é tão importante que será discutido por especialistas durante o 10º Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento (KM Brasil 2011), que acontece em São Paulo no início do mês de outubro. “Muitas pessoas confundem mídias sociais com redes sociais, quando na verdade, as mídias são os veículos que fazem a informação circular e as redes são as conexões formadas entre as pessoas”, esclarece Luciano Palma, um dos palestrantes do painel “PKM – Personal Knowledge Management” ou, em português, Gestão Pessoal do Conhecimento. Já o conhecimento, segundo ele, se traduz pelas informações processadas pelos participantes dessas redes. O PKM é a forma como o indivíduo absorve como produz e compartilha o conhecimento.

Já para Mario Costa, da IBM, que participa do painel “Rede Social e Gestão do Conhecimento”, o usuário deve ter consciência que tudo que ele põe na rede se torna público. De acordo com o especialista em privacidade e segurança da informação “as pessoas são o elo fraco da segurança nas redes. É necessário separar o trabalho da vida pessoal e manter a confidencialidade dos dados da empresa”, adverte. Costa diz ainda que quem quiser manter privacidade não deve entrar na Internet, pois, segundo ele “dá para rastrear tudo, principalmente, nas redes sociais abertas”. Costa acredita que a TI deve definir a maneira universalmente correta de usar as informações. Para ele, no trabalho e na vida, fazer parte de uma rede social requer estratégia, cuidado e atenção.

O assunto é polêmico, porém, as redes sociais digitais vieram para ficar, por isso encerra o KM Brasil 2011, o guru das estratégias de mídias sociais: Bob Boiko. O autor de “A Bíblia do Gerenciamento de Conteúdo” ministra a palestra “Estratégia Informacional e Mídias Sociais” para os participantes do congresso promovido pela SBGC.

Há muitos anos, Bob Boiko se dedica ao gerenciamento de conteúdo. Para ele, o importante é saber o que se quer alcançar com a informação. “Se você olhar atentamente para as mídias sociais, verificará que a essência não reside no ‘social’ nem no tipo de mídia”, relata. “A verdadeira inovação é que agora as pessoas têm mais facilidade atuar como consumidores ou como produtores de informação”, explica. Ele recomenda: “Aprenda quando você deve usar a mídia social, para quem e como”.

Estes e outros assuntos fazem parte da programação KM Brasil 2011, que acontece na AMCHAM, em São Paulo na primeira semana de outubro. O evento é formado pelo 10° Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento; pela Galeria de Práticas, área onde as empresas poderão expor as melhores práticas de Gestão do Conhecimento; e pela 1ª Feira de GC, Inovação e Tecnologia, para exposição e lançamento de produtos, serviços e negócios.

 

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ADOLESCENTES VERSUS OBSOLECENTES?

*Por Luiz Algarra

Nos esforçamos por tantos anos para manter nosso foco que agora estamos estranhando o modo multitarefa como nossos jovens vivem, e já começamos a falar em mal funcionamento das novas gerações.

Durante um tempo, as pessoas mais velhas se referiram à informática (lembram deste termo?) como algo importante que merecia ser aprendido. Hoje apontam para os jovens e dizem que há algo errado numa geração sem foco, dominada pela tecnologia digital, com um enorme déficit de atenção e pouca profundidade temática. Nossos filhos não estão se encaixando em nossas projeções e por isso estamos pensando que pode haver algo de errado com eles.

Creio que estamos chegando a um ponto importante da história do uso da tecnologia, no qual os jovens conectados passam a disputar mercado com seus preceptores e por isso passam a ser repelidos com uma série de rótulos. Por que o abismo tecno-relacional entre as gerações vem se acentuando? Porque, para muitos de nós com mais de quarenta anos, a intensidade e variedade dos objetos de linguagem já atingem uma velocidade quase insuportável.

Quando o pesquisador Douglas Engelbart apresentou nos anos 70 a alternância de modos e nos tirou das telas verdes para uma interface colorida repleta de ícones e com janelas simultâneas, a roda da história avançou mais um pouco e somente hoje podemos sentir quanto o mundo mudou. Os jovens já estão completamente adaptados à vertigem da multitarefa, mas a velha guarda do processador de texto ainda insiste que foco e concentração são os únicos modos válidos de aprender e trabalhar. O que para nós é uma superexposição de estímulos, para os sentidos dos jovens é apenas o meio em que nasceram, cresceram e aprenderam a viver.

Entretanto hoje não compreendemos como podem trafegar de um assunto ao outro antes mesmo de concluir o entendimento do anterior. Não os acompanhamos nos mergulhos de hipertexto e ainda somos teimosos, sempre dando mais valor às nossas narrativas lineares. No fundo ainda pensamos que para aprender uma coisa é preciso aprender outra primeiro, e que há uma ordem certa para isto. Em nossa percepção não estão aprendendo nada porque não mergulham para valer nos conteúdos e são superficiais porque trocam de assunto sem um motivo válido para nossos critérios.

Pensamos que eles mudam todo o tempo porque se viciaram nisto, e no fundo culpamos o dispositivo que originou toda essa confusão, o bisavô da navegação de conteúdos: o controle remoto da televisão! As gerações anteriores fizeram um esforço enorme para se adaptar à dura realidade da era industrial. Tivemos que abandonar nosso fluxo espontâneo de comer, dormir e amar a qualquer hora para entrarmos no sincronismo do apito de fábrica e do relógio de ponto. Mas nossos corações e mentes teimavam em derivar em desejos e interesses momentâneos, então aprendemos a nos esforçar o tempo todo para manter a atenção em apenas um assunto de cada vez e vivemos tentando manter o “foco”.

Acontece que a alternância de assuntos está saltando para fora do computador e invadindo nossas vidas. A televisão ficou mais rápida, as revistas repletas de notícias, os jornais com textos cada vez menores e as ruas repletas de anúncios e sinalizações digitais. Pelo menos duas gerações cresceram neste meio. Jovens que mantém sete, dez janelas abertas e ainda falam ao telefone enquanto comem um lanche, tudo isso diante da televisão. Nossos jovens têm acesso imediato a muitas fontes de conhecimento, mesmo com seus professores condenando o Google e a Wikipedia, mas ainda esperamos que eles usem a memória, compreendam ou decorem informações fundamentais. E que saibam caligrafia!

E se o modo como nós aprendemos tudo até agora na escola, memorizando a tabela periódica dos elementos, equações matemáticas e rios do amazonas, estivesse mesmo muito errado? Fomos diplomados como ótimos alunos e alguém aí se lembra de alguma destas coisas? Nossos professores eram bancos de memória ambulantes, repletos de citações e exemplos. Poucos mestres tinham a capacidade de se envolver, se relacionar com os alunos e nos levar a uma experiência única de sabedoria. A maioria dos professores era entregador de verbetes, fiscal de apostila ou zelador de livro didático.

Cultivamos um saber enciclopédico durante séculos e talvez esta seja a primeira geração a se livrar deste fardo, por isso muitos os chamam de ignorantes. Nunca imaginamos que eles teriam um tipo de sabedoria e conhecimento tão diferente do nosso que nos pareceria um certo tipo de ignorância! Arrisco dizer que talvez os jovens não aprofundem seus conhecimentos porque estão buscando em primeiro lugar os índices. Não estão aprendendo conteúdos, estão capturando mapas de localização do conhecimento.

Na lógica destas gerações é possível organizar uma lista de assuntos sobre um tema que ainda não conhecem. Para nós, mais velhos, isto é impensável, pois nossos sumários sempre apontam para textos que lemos, imagens que vimos e filmes que assistimos. Nós dependíamos da memória, eles dependem das buscas. Nós resumíamos textos, eles condensam listas, buscam por categorias, tipos, formatos, datas, assuntos, temas, palavras-chave e tags. Não aceitamos nem o modo como fazem a gestão de suas amizades e os acusamos de manterem fazendas de falsos amigos representados por carinhas de Facebook que só dizem “husahuauahuhuasuahuhuhsuhaua”.

Acho que estamos perdendo o bonde da história, ou melhor, o trem bala. Não conseguimos nos comunicar com nossos filhos, estamos cada vez mais preocupados com nossos jovens funcionários da geração Y, e cada vez que alguém metralha uma escola, tenta fabricar uma bomba em casa ou sai marchando em multidão pelas ruas, culpamos a internet. Se não tornarmos mais flexíveis nossas premissas e freqüentarmos um pouco mais os espaços multitarefa por onde os jovens fluem, as novas pontes entre nós nunca irão aparecer.

Penso que cada um tem exatamente aquilo que precisa para viver em seu tempo, a seu modo. O que precisamos é não esquecer que, mesmo vivendo em fluxos distintos, habitamos os mesmos espaços, estamos ligados uns aos outros e precisamos cultivar o encontro humano amoroso entre nós constantemente, inclusive dentro das possibilidades não presenciais, usando o mural do Facebook, por exemplo. Considerando que o mundo está cada vez mais multicultural, multidiversificado e multitarefa, mesmo sendo mais velhos é bom encontrarmos nosso lugar, já que, com o aumento da longevidade, ainda vamos viver um bom tempo por aqui.

Meus amigos, ou melhor, meus velhos amigos, quando a maturidade bloqueia a transformação, surge a velhice. Um velho que transforma é sempre mais jovem que um adolescente que conserva. Velhice não precisa ser obsolescência, pode ser renovação. Não precisamos funcionar como os jovens, mas precisamos saber que o nosso modo não é mais o único.

Luiz Algarra é fundador da Papagallis e voluntariamente colabora com SBGC nas áreas de Inovação, educação, design de ambientes (BA) e inteligência colaborativa.

 

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CONHECIMENTO COM PRAZO DE VALIDADE

CONHECIMENTO COM PRAZO DE VALIDADE

Por Nick Milton*

Cada empresa deve automaticamente aprender com os erros e experiências do passado, mas o que acontece quando as memórias desvanecem-se, os empregados deixam a empresa ou o conhecimento passa a ficar com data de validade vencida, por estar mal arquivado ou nem mesmo registrado? O valor da memória não pode ser subestimado, bancos de conhecimento conservam o ciclo de vida da informação e permitem que as pessoas possam buscar assuntos de interesse e adicionar neles seus prõprios conhecimentos e experiências.

Gestão do Conhecimento (GC) significa fazer uso máximo, comercialmente falando, de tudo que a organização sabe, de modo que cada decisão seja tomada à luz desse embasamento. Isso requer que todos na organização sejam capazes de acessar, não apenas as informações e dados que necessitam, mas também de explorar as experiências e conhecimentos de outras pessoas, mesmo que esses indivíduos não estejam disponíveis. Isso precisa ser feito de forma sistemática e rotineiramente. Para dizer que verdadeiramente está realizando a gestão do conhecimento, as empresas precisam incorporar a cultura do conhecimento na rotina da organização. O resultado ideal da sistematização da GC é que os erros não se repitam, que os “becos sem saída” não precisem ser re-explorados, que a roda não precise ser reinventada, e que cada decisão seja feita à luz do pleno conhecimento da empresa. Este é o estado final da inteligência coletiva, para o qual os sistemas de GC se esforçam.

É bastante óbvio que vai levar algum tempo e esforço para alcançar esse nível de estado da arte, e também é claro que, se tentarmos aplicar a Gestão do Conhecimento a absolutamente tudo o que fazemos, até mesmo nas pequenas decisões, vamos ficar esgotados. Não é necessário recorrer à inteligência coletiva da organização, cada vez que fazemos um bule de café ou toda vez que precisamos de clipes de papel. A GC, como qualquer outro processo organizacional, precisa ser dirigida para onde podemos obter um efeito maior. Precisamos ter um propósito alinhado à estratégia de negócios. As questões do conhecimento precisam estar focadas, primeiramente, na inteligência coletiva do negócio, ou seja, onde a captura, o desenvolvimento, a conservação ou aplicação do conhecimento são fundamentais para o sucesso.

Ao mesmo tempo, a transferência de conhecimento é um desafio real, da mesma forma, o conhecimento tem que ser transferido através do tempo e espaço. O conhecimento capturado por uma equipe deve ser embalado e armazenado de modo que uma equipe desconhecida, em um local desconhecido, em algum momento no futuro, possa acessá-lo, compreendê-lo, relacionar-se com ele, usá-lo e beneficiar-se dele. Este tipo de transferência de conhecimento é difícil, mas possível. De alguma maneira, é necessário dar uma vida útil decente ao conhecimento.

Por outro lado, vale a pena enfrentar um dos maiores desafios da Gestão do Conhecimento, que é a conscientização. O conhecimento é derivado da ação e experiência, mas a maioria das pessoas permanece inconsciente de seu papel. Nós aprendemos, somos capazes de fazer as coisas melhor, mas muitas vezes não estamos conscientes do que temos aprendido.

O outro lado da moeda, no entanto, é que o cliente do conhecimento não tem consciência do que precisa saber. Ele não sabe ou não está ciente de que não sabe. O conhecimento, que esse consumidor precisa, tem que ser apresentado em forma embalada para que ele possa aprender o que precisa saber. Por isso, a maneira que o conhecimento é armazenado é crucial. Se não tiver foco no usuário, então, o conhecimento real não será transferido e, portanto, não aplicado.

Vou descrever três modelos de bancos de conhecimento: chamarei o primeiro de “quarto de adolescente”. Este é um modelo no qual despejo tudo de forma desestruturada. É extremamente dependente de um bom buscador, para encontrar o dado novamente. É como quarto do meu filho, ele sabe onde está tudo – é tudo no chão! Ele pode pesquisar na pilha de coisas e encontrar o que precisa.

O segundo modelo de banco é aquele no qual o armazenamento do conhecimento está em algum tipo de framework. No entanto, é difícil criar um framework que tenha longevidade e que possa ser entendido por todos os usuários. A desvantagem desse modelo é que se você não sabe os caminhos do banco de conhecimento, pode frustrar-se com os resultados. Geralmente, as pessoas não buscam por conhecimento por muito tempo e, se não o encontram rapidamente, o reinventam.

O terceiro modelo é aquele em que o conhecimento é pré-embalado para o benefício do usuário final. Este banco contém um conjunto de unidades de conhecimento empacotadas e embaladas. Cada unidade pode ser considerada um “Ativo de Conhecimento”, projetada para proporcionar tudo o que o usuário precisa para que esteja plenamente informado antes de elaborar um projeto. Mesmo assim, este terceiro modelo (no qual o banco de conhecimento está cheio de ativos pré-embalados) está longe de ser eficaz. Ele coloca o ônus sobre os criadores do conhecimento de fazer a embalagem para que o usuário do conhecimento, consciente ou não, encontre tudo o que ele precisa saber.

O conteúdo de um ativo de conhecimento é pensado para fazer a pergunta: ‘o que o cliente precisa saber?’ Em primeiro lugar, ele vai precisar de algum tipo de conselho, que irá ajudá-lo com seu projeto. Ele precisa de ajuda e orientação na tomada de decisões e apreciará encontrar tudo de maneira estruturada. Em segundo lugar, ele precisa de algum contexto que ateste quão confiável é aquela informação. Também  precisa ter acesso às histórias, citações e background que irão tornar vivo o conteúdo. Em terceiro lugar, deve ter um mecanismo disponível para seguir as coisas, entrar em contato com as pessoas envolvidas ou realizar leitura de materiais de fundo.

Como esses ativos do conhecimento devem ser compilados a partir de muitas experiências devem, por isso mesmo, contar histórias e dar conselhos vindos de muitas vozes. A transferência desses ativos é uma forma de interpretação que mistura muitas vozes, sem que se percam. As múltiplas entradas são usadas ​​para criar uma síntese de conhecimento, mas também para ilustrar, ampliar, verificar e, continuamente, criar novos desafios.

Nick Milton é reconhecido mentor e treinador, com mestrado em Ciências Naturais da Universidade de Cambridge e doutorado pela Universidade de Gales (Inglaterra). É diretor e co-fundador da Knoco, uma consultoria de gestão conhecimento. Escreveu os livros “Gestão do Conhecimento para as Equipes e Projetos” e “Performance por meio do Aprendizado – A Gestão do Conhecimento na Prática”. O autor estará no Brasil, nos dia 05, 06 e 07 de outubro para participar do KM Brasil 2011 – 10º Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento (www.kmbrasil.com), evento promovido pela SBGC – Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento (www.sbgc.org.br). E-mail: linksbgc@linkportal.com.br

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KM BRASIL 2011 APRESENTA TUTORIAIS SOBRE GESTÃO DO CONHECIMENTO E INTELIGÊNCIA COMPETITIVA

Para ajudar o gestor moderno a transformar a informação e o conhecimento em valor agregado ao negócio, a SBGC – Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento realiza nos dias 5, 6 e 7 de outubro, em São Paulo, o KM Brasil 2011. O evento é formado pelo 10° Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento; pela Galeria de Práticas, área onde as empresas poderão expor as melhores práticas de Gestão do Conhecimento; e pela 1ª Feira de GC, Inovação e Tecnologia, para exposição e lançamento de produtos, serviços e negócios.

Com o tema “Gestão do Conhecimento e Cultura de Redes”, o facilitador Beto do Valle, da TerraForum, participa no KM Brasil 2011 apresentando aos participantes o tutorial “Gestão do Conhecimento e Inovação”, no primeiro dia do evento (5).

“A mobilização estruturada de conhecimentos organizacionais é essencial para a geração de valor, seja via melhoria das capacidades e desempenho atuais ou via inovação”, resume o consultor. Segundo ele, os objetivos do tutorial visam estabelecer uma base conceitual compartilhada sobre gestão do conhecimento (GC), além de criar uma abordagem prática para aplicação nas organizações.

Durante a exposição, Valle promove a interação entre os participantes e convidados a partir de casos de organizações de diferentes segmentos, explorando os diversos conceitos e práticas atuais de GC, desde aprendizagem colaborativa, redes sociais e crowdsourcing, até diretrizes estratégicas e governança e inovação.

No segundo dia (6), será a vez de Elisabeth Gomes, do CNEN, mostrar o tutorial “Inteligência e Inovação”.  De acordo com ela, o objetivo da inteligência competitiva é ampliar as condições de competitividade de uma empresa, reorientando seu modelo de negócio. “É uma estratégia que aponta para a competitividade, requerida para as empresas, como uma análise que vai além da econômica”, explica.

A inteligência competitiva (IC) se insere nas organizações auxiliando no monitoramento do ambiente de negócios, identificando ameaças e oportunidades e contribuindo para o sucesso da gestão empresarial. “Nosso tutorial vai abordar como as empresas estão aplicando a inteligência competitiva para ampliar sua capacidade de inovação e melhorar a competitividade”, garante.

Dirigido a pesquisadores, consultores, professores e estudantes, empresários, profissionais do terceiro setor e representantes do governo, o KM Brasil 2011 discutirá o tema “Gestão do Conhecimento alinhada à cultura organizacional e redes sociais”. O encontro acontece na AMCHAM, em São Paulo (SP).

 

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GESTÃO DO CONHECIMENTO ADERE AOS JOGOS CORPORATIVOS

Knowlegde Simulation é o novo formato de educação corporativa, lançado pela SBGC – Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento em conjunto com a BR Academy, que utiliza o apoio de simuladores de gestão ou business e board games.

Universidades como Harvard, Stanford e as brasileiras PUC e Unicid já perceberam a importância dos games corporativos como ferramentas de aprendizagem. Atenta às novas tecnologias de ensino, a SBGC acaba de firmar convênio com a BR Academy, empresa especializada em business e board games, para lançar um novo formato de educação executiva, o Knowledge Simulation.

Para Sonia Wada, diretora presidente da SBGC, “cada vez mais, as pessoas procuram dar um caráter prático a seus estudos. Os jogos empresariais foram criados exatamente com o objetivo de simular a vida profissional, para que seus praticantes possam obter benefícios em curto prazo”, define.

Com mais de 2 mil treinamentos anuais no Brasil, a BR Academy, divisão do Grupo BankRisk, disponibilizará, por meio da parceria com a SBGC, o que há de mais moderno em termos de ferramentas globais aceleradoras de aprendizado.

Serão aproximadamente 30 soluções, disponíveis em duas mídias – online e board games (jogos de tabuleiro), cujas aplicações abrangem desde o universo corporativo, passando pelo acadêmico e até instituições e órgãos governamentais. “Nossa intenção é levar o participante, da teoria à prática, de forma que ele tenha uma visão sistêmica do conhecimento aplicado à gestão de negócios e consiga enxergar as lacunas que as metodologias expositivas não proporcionam”, revela Antonio Dirceu de Miranda, CEO da BR Academy.

Os jogos corporativos existem há pelo menos 20 anos em instituições internacionais de ensino superior. No Brasil, essa metodologia de aprendizado é recente, os primeiros simuladores de gestão chegaram por aqui em 2004. Segundo Miranda, o maior desafio das salas de aulas é como dotar os alunos de habilidades e competências requeridas pelas profissões, sem que tenham oportunidade de aprender na prática, com erros, acertos e experiências para solucionar problemas.

A cooperação técnica entre a BR Academy e a SBGC visa promover seminários, cursos e eventos corporativos e acadêmicos, com o apoio de tecnologia de aprendizagem, por meio de simulações virtuais (business games) e jogos de tabuleiros (board games).

“Acreditamos que aprender por meio da experiência vivida, pode, sem dúvidas,  melhorar e compartlhar o conhecimento técnico e o aprimoramento profissional dos indivíduos em geral. Mais capacitação é o que nosso País necessita, nessa fase de ascensão no mercado global”, garante Sonia Wada.

No mercado há 12 anos e  com mais de 75 mil profissionais treinados, a BR Academy tem em seu currículo projetos desenvolvidos para clientes de diversos segmentos, como Ambev, 3M, Globo, Goodyear, Deloitte, Bradesco, Itaú, Santander, HSBC, Sulamerica, Votorantin, BM&F Bovespa entre outros.

Simuladores disponíveis:

  • Agribusiness
  • Construção de Aeroportos
  • Gestão de Aeroportos
  • Gestão de Bancos de Varejo
  • Car Dealer – Gestão de Concessionárias de Veículos
  • Computer Supply Chain
  • Consulting Services – Empresas de Consultoria e Auditoria
  • Energy Generation – Empresa de Energia
  • Fashion & Retail – Indústria da Moda
  • Fruit Juice Supply Chain
  • GreenCar – Sustentabilidade
  • Hotel Management
  • Industrial Machinery
  • IndustryMasters Classic – Indústria de Bens
  • Print Media – Sustentabilidade para Indústria de Mídia.
  • Telecom – Empresas Globais de Telecomunicação

 

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MEMÓRIA E GESTÃO DOS ARQUIVOS PÚBLICOS SERÃO DISCUTIDOS NO VI CONGEP

O tema “Gestão Documental e Memória Organizacional” será tema de encerramento do VI Congresso Nacional de Gestão do Conhecimento na Esfera Pública (CONGEP). Promovido pela Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento em Brasília, nos dias 22 e 23 de agosto, o debate aborda a gestão do conhecimento nas instâncias federal e estadual dos poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário – e nas empresas públicas brasileiras.

Frequentemente recorre-se ao tema memória, como expressão de interesses políticos. No Brasil, a recente discussão, que move os três Poderes sobre o “sigilo eterno de dados públicos”, reacende o debate sobre a carência de gestão da memória do Estado. Prova disso é que o fato coloca em lados opostos a atual e os ex-presidentes da República. O projeto que trata do arquivamento, por prazo indeterminado, dos documentos oficiais do governo, tramita na Comissão de Relações Exteriores do Senado, sob o comando do senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL).

Segundo Silvio Carvalho Trida, diretor regional da SBGC, no Distrito Federal, a necessidade de padrões de gestão das informações governamentais passam pela colaboração de atores da sociedade civil, por pesquisadores de universidades, especialistas em Tecnologia da Informação e pela vontade política dos poderes públicos.

Para discutir a importância desse assunto, o VI CONGEP, debaterá em seu encerramento, às 17h45 do dia 23 (terça), a “Gestão Documental e Memória Organizacional”. Sob a moderação de Neide de Sordi, da InnovaGestão, os debatedores Janaína Penalva, do Conselho da Justiça Federal; Marivaldo Dantas, do Conselho Nacional de Justiça; e Marieta Marques Löw, da Justiça Federal do Rio Grande do Sul, falarão sobre a precariedade organizacional dos arquivos públicos e como o uso correto da informação governamental contribui para o dinamismo das sucessivas administrações públicas.

Hoje as instituições, responsáveis pela guarda e acesso de documentos públicos, o fazem sem parâmetros científicos e ignoram as ferramentas de gestão do conhecimento ou gerenciamento da informação, Isto somado às limitações de recursos humanos, materiais e tecnológicos resultam em deficiências organizacionais que provocam a ineficiência das decisões governamentais. Trida lembra ainda que as restrições às consultas e as dificuldades de acesso físico e intelectual dos arquivos limitam a utilização das informações pelo administrador público e pela sociedade civil.

Para Silvio Trida, a gestão documental e a memória organizacional pertencem a um campo multidisciplinar bastante amplo. Como ferramentas de otimização de processos e construção de redes sociais, os termos referem-se a resgate histórico, preservação e conservação de dados, registro e seleção de informações e disseminação e compartilhamento de conhecimento.

Esses e outros palestrantes estarão no VI CONGEP, evento que acontece nos dias 22 e 23 de agosto, das 9 horas às 18h30, no Centro de Convenções da LBV Parlamundi, em Brasília.

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GESTÃO DA INOVAÇÃO É TEMA DE CURSO DA SBGC EDUCAÇÃO

Acaba de ser assinado um acordo entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e a Confederação Nacional da Indústria (CNI), que prevê a criação de uma instituição capaz de estimular a inovação no setor industrial brasileiro. Acompanhando de perto esse processo,André Saito, especialista da SBGC – Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento, ministra uma oficina de 16 horas, em agosto, sobre Gestão da Inovação.

Numa lista de 44 países, o Brasil foi classificado na 38ª colocação no ranking de inovação e competitividade da Information Technology and Innovation Foundation (ITIF), sediada em Washington (EUA). Nosso País ficou à frente apenas da Turquia, México, África do Sul, Argentina, Índia e Indonésia. Ocupam as primeiras posições Cingapura, Finlândia, Suécia e Estados Unidos.

O levantamento analisou 16 fatores da competitividade global, avaliados, com pesos diferentes, em seis grupos de indicadores básicos: desempenho econômico (25%), capacidade de inovação (22%), infraestrutura de tecnologia da informação (20%), empreendedorismo (12%), política econômica (11%) e capital humano (10%).

Com objetivo de estimular a capacidade dos brasileiros em iniciar e conduzir projetos de inovação, implementar e gerir processos em ambientes criativos e inovadores, André Saito, um dos mais conceituados especialistas nacionais em Gestão da Inovação, ministra curso sobre o tema nos próximos dias 25 e 26 de agosto, no Espaço SBGC Conexão Vista Paulista – Unidade Paraíso, em São Paulo. O evento é promovido pela SBGC Educação, núcleo de educação corporativa da Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento.

De acordo com Saito, PhD em Knowlegde Science, para alcançar a competitividade, o Brasil precisa, num primeiro momento, capacitar suas empresas “desde a sistematização dos processos até a formação de recursos humanos, com ênfase na solução de desafios”, ressalta. Em segundo lugar, é necessário que o País invista mais em P&D – Pesquisa e Desenvolvimento. Por fim, deve criar uma cultura de inovação e gestão do conhecimento dentro das organizações. “Esse compromisso aumentará as possibilidades de inovação e fortalecerá laços entre a constante formação dos recursos humanos, as atividades de P&D e os setores produtivos”, aposta.

Dirigida aos profissionais de P&D, engenharia, desenvolvimento de produtos, novos negócios, entre outros, a oficina com 16 horas de duração “Gestão da Inovação , de André Saito, apresenta os principais modelos de gestão, conceitos, métodos e ferramentas inovadoras. Também discute mecanismos de alinhamento das iniciativas de inovação à estratégia do negócio, com o fim de assegurar resultados e geração de valor.

 

Sobre o palestrante

André Saito é PhD in Knowledge Science pelo Japan Advanced Institute of Science and Technology, mestre em administração de empresas pela FGV-SP e graduado em engenharia elétrica pela UNICAMP. Tem formação em empreendedorismo tecnológico pela Universidade da Califórnia, Berkeley e Universidade de British Columbia. O especialista em gestão do conhecimento e educação corporativa desenvolveu e conduziu projetos em organizações como Caixa Econômica Federal, Fininvest, KPMG, Price Waterhouse, EDS-GM e Aracruz Celulose, entre outras. Foi empreendedor e hoje participa como juiz e mentor em competições de novos negócios. É professor da FGV e Senac SP nas áreas de gestão do conhecimento, empreendedorismo e inovação. Atual coordenador da pós graduação em gestão estratégica de pessoas do Senac SP, pesquisador do Centro de Estudos em Private Equity e Venture Capital da FGV SP, e diretor de Educação da Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento – SBGC e do Centro de Open Innovation Brasil.

Informações: Clique AQUI ou 11 3063 43 60 – sbgceduc@sbgc.org.br


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SBGC PROMOVE CONGRESSO SOBRE GESTÃO DO CONHECIMENTO, CULTURA EMPRESARIAL E REDES SOCIAIS

Com o tema Gestão do Conhecimento alinhada à cultura organizacional e redes sociais”, o 10º Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento (KM Brasil 2011), evento promovido pela Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento (SBGC), acontece no período 5, 6 e 7 de outubro, na cidade de São Paulo (SP). Acompanhe a programação.

 

Práticas de gestão do conhecimento vêm sendo reconhecidas como imprescindíveis para a competitividade das organizações. Uma das preocupações centrais do gestor moderno é a produtividade do conhecimento, ou seja, como transformar informação e conhecimento em valor. Companhias que investem em ações e processos estratégicos capazes de torná-las cada vez mais competitivas e sustentáveis, já se conscientizaram que é preciso gerenciar, com excelência, o fluxo do conhecimento para gerar valor proveniente de seu capital intelectual.

A gestão do conhecimento, por sua vez, requer que as empresas apliquem uma cultura de compartilhamento e um modelo de implantação considerando os valores da cultura organizacional e da mudança cultural de longo prazo.

Com objetivo de auxiliar o gestor moderno a transformar a informação e o conhecimento em valor agregado ao negócio, a SBGC – Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento realiza nos dias 5, 6 e 7 de outubro o KM Brasil 2011. O evento é formado pelo 10° Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento; pela Galeria de Práticas, área onde as empresas poderão expor as melhores práticas de Gestão do Conhecimento; e pela 1ª Feira de GC, Inovação e Tecnologia, para exposição e lançamento de produtos, serviços e negócios.

Dirigido a pesquisadores, consultores, professores e estudantes, empresários, profissionais do terceiro setor e representantes do governo, o KM Brasil 2011 discutirá o tema “Gestão do Conhecimento alinhada à cultura organizacional e redes sociais”. O encontro acontece na AMCHAM, em São Paulo (SP).

Informações: www.kmbrasil.com

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Universidade corporativa estimula debate no VI congep

As “Técnicas Inovadoras de Educação Corporativa das Organizações Públicas” serão discutidas no VI Congresso Nacional de Gestão do Conhecimento na Esfera Pública (CONGEP). O evento, promovido pela Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento em Brasília, nos dias 22 e 23 de agosto, debate a gestão do conhecimento nas instâncias federal e estadual dos poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário -  e nas empresas públicas brasileiras.

 

Já na abertura do VI CONGEP, na manhã do dia 22, a educação corporativa nas organizações governamentais começa a ser abordada a partir do discurso proferido por Consuelo Aparecida Sielski Santos, chefe da Universidade Corporativa dos Correios (UNICO). No dia seguinte (23), o tema volta à tona às 10 horas, com o debate entre Elisabete Ferrarezi, da ENAP (A Casoteca da Gestão Pública); e Reuber da Silva Leopoldino, da CAIXA (Wikiversidade).

 

Em seu depoimento, a chefe da UNICO contará um pouco da política de educação corporativa dos Correios. Desde sua fundação, em 1969, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT investe em recursos humanos, visando a formação de pessoal especializado e a melhoria da qualidade operacional. Seu objetivo é tornar-se referencial de excelência em educação corporativa no Brasil.

 

A mesa de debates “Técnicas Inovadoras de Educação Corporativa das Organizações Públicas” será mediada pela professora Maria de Fátima Bruno, da Universidade de Brasília. Dois cases de sucesso serão apresentados aos congressistas na oportunidade: a Wikiversidade, que é um programa de treinamento, lançado pela CAIXA, para seus 84 mil funcionários. Por meio da intranet, cada bancário pode acessá-lo no local de trabalho e horário de expediente, em seu próprio computador. Também existe um embrião de uma rede social interna: cada profissional da instituição pode manter uma página pessoal. Já a Casoteca de Gestão Pública da ENAP é um repositório virtual destinado à disseminação de práticas e experiências no setor público e ao fomento da utilização de estudos de caso como ferramenta de ensino e aprendizagem.

 

Para Silvio Carvalho Trida, diretor regional da SBGC, no Distrito Federal, o VI CONGEP privilegia, em sua programação, a diversidade regional e a presença de múltiplos atores governamentais e da sociedade civil nos diálogos acerca da Gestão do Conhecimento no Brasil.

 

Esses e outros palestrantes estarão no VI CONGEP, evento que acontece nos dias 22 e 23 de agosto, das 9 horas às 18h30, no Centro de Convenções da LBV Parlamundi, em Brasília.

 

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JAY CROSS FALA SOBRE APRENDIZAGEM INFORMAL NO KM BRASIL 2011

Proeminente entusiasta da aprendizagem informal, Jay Cross virá ao Brasil, a convite da SBGC – Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento, para participar do KM Brasil 201110º Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento, que acontece em São Paulo nos dias 5, 6 e 7 de outubro.

Em sua apresentação no KM Brasil 2011, Jay Cross falará sobre como a gestão do conhecimento e a aprendizagem informal podem se tornar a mesma coisa e como um conceito pode interagir com o outro. “As duas disciplinas ultrapassaram seus limites para se transformarem em responsabilidade de todos na organização. A gestão do conhecimento e o aprendizado podem ter diferentes DNA, mas compartilham de um objetivo comum”, reflete Cross.

Para o estudioso, por ser espontânea, a aprendizagem informal é rápida e de baixo custo. De acordo com ele, a aprendizagem informal, em rede e auto-dirigida, que transita sob o radar corporativo, é a principal maneira que as pessoas têm para aprender a executar suas funções. “É uma co-criação,  não são lições ditadas de cima para baixo. É uma forma recíproca, na qual estamos aprendendo juntos”, explica Jay Cross.

Em sua palestra, Jay vai relatar como o Twitter e Google estão ampliando o conhecimento compartilhado e com isso  impactando na gestão do conhecimento pessoal. “A gestão do conhecimento e a aprendizagem informal enfrentam os mesmos desafios. Ambas têm  necessidade de sair de suas fortalezas corporativas, envolver clientes e todos na organização, para incorporar as riquezas da web, tirar proveito dessa nova mídia e abrir espaço para a informalidade”, ensina Cross.

Cross discutirá ainda a evolução do conhecimento, de ativo para fluxo, de explícito para tácito, de escasso para abundante. Falará também sobre como resolver problemas em conjunto é imperativo para a sobrevivência dos negócios. “Valores corporativos estão baseados no compartilhamento e no uso do conhecimento” , informa.

 

Jay Cross avalia que o trabalhador do século 21 tem enormes possibilidades de lidar com situações mais complexas e conceituais, graças às ferramentas tecnológicas disponíveis. “Cada profissional deve se tornar em um administrador do conhecimento. O saber coletivo da gestão do conhecimento só se tornará realidade quando os indivíduos estiverem engajados em conversas significativas e compartilhar seu conhecimento tácito. A GC é muito mais que bancos de dados e informações. Trata de relacionamentos”, complementa.

 

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